Que bom.
Sonho com aí tb. Muito. Já sonhei que dançávamos com a DES.
Por aqui, to com febre hoje e tosse de arder o peito.
Mas esse não é o tipo de estado que permanece.
Não o tipo de bem ou mal que vc quer saber se estou e que tampouco permanece também.
Porque há tempos só acredito no movimento.
Eu estou bem. Longe de estar plena. Não sei onde está esse sentimento que já tive algumas vezes. Tá no vento, nas mãos da gira, qualquer hora nos esbarramos, certeza. E aí me escapa de novo ou eu dele, como gosto mesmo de fazer. Gostamos. Sei lá.
Minha cabeça é uma confusão, mas tem coisas melhores. Minha alimentação, minha relação com escrever, com ser, com me relacionar com as pessoas. estou mais consciente, parece, me iludo talvez, mas penso.
a dança é confusa e existe com força pra dentro porque nao tem quem me sugue, mas sigo.
E to poética hoje pra caralho porque to doente, carente. Mas Felix tá aqui cuidando. E como cuida bem esse homem que se hoje eu pudera, casava. se hoje eu tivesse decidido, aos trinta e poucos anos, que arrisco. Mas a covardia é um mal da minha alma, uma cicatriz pós operatória. A extração de um humor. De um amor. Isso que ele era em mim, um estado de espírito. A extração do alexandre me deixou marca. Sou covarde.
Vamo que vamo porque parado, não rola, né?
Amo vc e sou feliz por vc sonhar comigo. É uma honra te encontrar em outro plano. Vc tem o meu amor infinito, eterno.
Quero dançar com vc e o resto nao digo porque tudo o que desejamos se realiza e não sei se to pronta pra brincadeira da vida, essa palhaçada de fazer as coisas acontecerem quando menos esperamos, pra ver se ensina pra gente alguma coisa... que talvez a gente nunca saiba...
sua.
Nina
sábado, 20 de março de 2010
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